Institucional

Acieg adere a programa federal de incentivo à exportação

Fonte - Imprensa Acieg
28/10/2020 19:00
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Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE) foi implementado em evento virtual

Nesta quarta-feira (28/10) a Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg) implantou do Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE) na entidade, em evento virtual transmitido pela plataforma Zoom.

Acieg - Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de GoiásTrata-se de uma iniciativa do Governo Federal, vinculado ao Ministério da Economia, que busca difundir a cultura exportadora e contribuir para ampliar o número de exportadores brasileiras, por meio de uma rede de apoio a empresas formada por diversas instituições públicas e privadas.

Para o presidente da Acieg, Rubens Fileti, internacionalizar o negócio é um passo importante para qualquer empresa e o PNCE é uma boa oportunidade para fazer isso acontecer. “Temos excelentes negócios em Goiás, com estrutura e qualidade para levar seus produtos e serviços para outros países. Poder contar com essa rede de apoio é fundamental”, afirmou.

A inclusão das médias e pequenas empresas na lista dos exportadores é um dos objetivos principais do plano. Na prática, as empresas goianas passam a receber orientações sobre como entrar no mercado de exportações.

Na oportunidade o secretário de Indústria e Comércio do Estado de Goiás, Adonídio Neto comentou que Goiás e o Brasil têm como foco no comércio exterior a venda de commodities. Ele defendeu que é preciso mudar essa cultura e que o PNCE é o caminho para que os produtos manufaturados no Estado cheguem a outros países. “O mercado está aberto, mas o empresário precisa ter uma cultura de fazer negócios com outros países. Produzir em reais e vender em dólares é um atrativo e tanto”, comentou.

Também estava entre os participantes do encontro o superintendente de Atração de Investimentos Internacionais, Plínio Viana, que falou da importância das feiras internacionais. “Uma das nossas missões é popularizar a cultura de comércio exterior. As empresas goianas já contam com um mercado fortíssimo, e por isso acabam se acomodando um pouco. Para que os empresários consigam digerir as vantagens da exportação com tempo e tranquilidade, nós criamos a revista GO Comex Magazine”, finaliza.

Apresentação do Plano

O coordenador nacional do PNCE, Victor Maselli Neto, esteve no evento representando o Ministério da Economia. Ele apresentou o Programa e afirmou que Goiás tem se esforçado para proporcionar a internacionalização de suas empresas e que o programa só funciona devido às parcerias com as demais instituições. “Há sim um esforço do ministério e de todos os parceiros que fazem parte do PNCE em Goiás para oferecer o melhor para a empresa. Mas é muito relevante que as os empresários também façam a sua parte.”

Ele ressaltou que o momento é oportuno para que os empresários se capacitem, aprendam e conheçam as soluções existentes para expandir os seus negócios para que possam empreender mais. “As empresas não tinham noção da quantidade de produtos existentes para ajudá-las neste caminho da exportação. O nosso objetivo era conseguir juntar os diversos atores para entregar soluções ao empresário de maneira conjunta”, disse.

Todas as informações sobre o programa podem ser encontradas no portal: http://www.pnce.economia.gov.br/

Case de Internacionalização da Nutriex

O encontro on-line possibilitou também que a diretora da Acieg, Solange da Mata, apresentasse o case de internacionalização da empresa goiana Nutriex. Solange contou que a empresa começou o seu processo de importação há mais de 15 anos, isso e importante porque a empresa traz para o mercado insumos que possibilita que a empresa tenha preços mais competitivos. “Não dá para falar só em exportar, temos que falar também dos benefícios das importações. A gente também tem que ajudar o pequeno e médio nesse processo também”, disse.

Ela relatou ainda que a Nutriex começou o seu processo de exportação em 2014 através da participação em uma feira de produtos de cosméticos na Colômbia. Depois disso também foram em eventos em países como Emirados Árabes, Itália, Paraguai e Portugal. “A minha vivência nesses seis anos de exportação é que é um mercado de formiguinha. O empresário não pode desistir, vejo que muitos empreendedores acreditam que participar de uma feira é suficiente para internacionalizar o seu negócio. Mas não é assim, é preciso trabalhar muito, precisamos explicar isso para eles”, sugere.

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