Economia

Amazon pode começar a vender remédios em breve

Fonte - Gazeta do Povo
10/10/17 15:22
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Nos últimos dias, surgiram fortes indícios de que a Amazon está determinada a disputar esse mercado de US$ 560 bilhões/ano nos EUA

A Amazon pode começar a atuar no mercado de remédios, segundo informações dos sites CNBC e CNN. A gigante do comércio eletrônico estaria planejando a venda online de medicamentos com receita médica.

De acordo com um e-mail da Amazon a que a reportagem da CNBC teve acesso, a empresa estaria prestes a tomar uma decisão, antes do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos (23 de novembro), a respeito da sua entrada nesse segmento. Antes, na sexta-feira (6), analistas da Leerink, uma firma de investimentos sediada em Boston, divulgaram um relatório dizendo que a Amazon “quase certamente” fará esse movimento.

Ainda não há detalhes de como funcionaria a venda de medicamentos com a receita médica na plataforma de comércio eletrônico, já que se trata de um mercado mais regulado que os demais onde a empresa atua. Mesmo assim, as ações de redes farmacêuticas norte-americanas, como CVS e Walgreen, caíram quase 10% cada entre sexta e ontem (9).

Cuidados e indícios

A Amazon costuma gastar um bom tempo estudando oportunidades antes de sinalizar suas intenções. Há um ano, a Amazon começou a contratar executivos da área farmacêutica para esse esforço.

A venda medicamentos online chama a atenção pelo seu tamanho nos Estados Unidos, estimado em US$ 560 bilhões por ano. Segundo fontes próximas à empresa consultadas pela CNBC, a Amazon está ciente das complexidades do negócio. 

Em maio deste ano, a empresa começou uma busca por um gerente geral para liderar a área de farmácia da empresa, externamente referido como “gerente para cuidados de saúde”.

Os analistas da Leerink esperam que a Amazon comece a vender medicamentos em no máximo dois anos. A empresa já vende alguns suprimentos, como gaze e termômetros, e tem também uma equipe de saúde chamada 1492, focada em projetos de hardware e software, como o desenvolvimento de aplicativos.

Contatada pela CNBC, a empresa não quis comentar o assunto. 
 

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