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Prévia da inflação oficial é a menor para fevereiro desde 2012

Fonte - G1 Economia
22/02/17 10:45
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No entanto, de janeiro para fevereiro, IPCA-15 subiu de 0,31% para 0,54%, puxado pelo grupo de gastos com educação

A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) ganhou força de janeiro para fevereiro, passando de 0,31% para 0,54%, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (22). Essa foi a menor taxa para um mês de fevereiro desde 2012 (0,53%).

Acieg - Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de GoiásEm 12 meses, o índice desacelerou para 5,02%. Em janeiro, nessa mesma base de comparação, o IPCA-15 acumulado havia chegado a 5,94%. Em fevereiro de 2016, a taxa foi 1,42%.

Em fevereiro, o aumento de preços foi puxado pelo grupo de gastos com educação, cuja alta chegou a 5,17%. Nessa época do ano, os preços dos cursos costumam ser reajustados. No caso das mensalidades dos cursos regulares, o valor subiu 6,94%.

O IPCA-15 também foi pressionado pelos transportes. Apesar de terem desacelerado, de 0,71% para 0,66%, os preços ainda influenciaram o IPCA-15. Dentro desse grupo, ficaram mais caras as tarifas dos ônibus urbanos e intermunicipais ( 3,24% e 3,84%, respectivamente). O avanço de preços foi contido pela queda de 12,45% nas passagens aéreas.

O comportamento do preço dos alimentos ajudou o IPCA-15 a não subir ainda mais. De uma alta de 0,28% em janeiro, os valores caíram 0,07%. Subiram os preços do óleo de soja (4,42%) e das hortaliças (4%). Por outro lado, ficaram mais baratos o feijão-carioca (-14,68%), a batata-inglesa (-7,63%) e o tomate (-6,62%).

Quanto aos índices regionais, o mais alto partiu da região metropolitana do Rio de Janeiro (0,93%) e o menor, de Goiânia (0,07%).

Previsões

Nesta semana, os analistas do mercado financeiro reduziram a estimativa de inflação para este ano, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 4,47% para 4,43%. Com isso, o mercado financeiro estimou que a inflação ficará abaixo da meta central de inflação deste ano, fixada em 4,5% pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), e que o objetivo central será atingido. Na semana passada, o mercado já tinha estimado que a meta seria cumprida.

 

 

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