Mercado

5 vantagens dos investimentos em Renda Fixa

Fonte - Blog TG Core
01/04/19 17:01
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Segundo o Portal Terra, o mercado de renda fixa movimenta mais de 2 trilhões de reais e atinge cerca de 3 milhões de investidores. São números bastante expressivos e que mostram como esse tipo de aplicação é uma das favoritas dos brasileiros.

Além de trazer segurança, o investimento em renda fixa pode proporcionar um retorno bastante satisfatório. Se você tem um perfil conservador ou está pensando em começar a investir nesse tipo de aplicação, continue a leitura. Vamos mostrar 5 vantagens do investimento em renda fixa e tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

O que é o investimento em renda fixa e como funciona?

Em termos gerais, são investimentos para os quais no início da aplicação é possível saber qual será a rentabilidade auferida ao final do período. É a previsibilidade que deu a essa categoria de ativos o nome de "renda fixa".

A renda fixa pode ser classificada como pré ou pós fixada. O primeiro termo refere-se a aplicações em que a taxa de retorno já é apresentada logo de início. Isto é, o ganho já está definido independentemente da variação dos juros. Já o segundo está relacionado com aplicações nas quais o rendimento só aparece no final do prazo. Assim, mesmo que não seja possível saber o retorno exato, há informações suficientes para realizar simulações.

Saiba que todo investimento em renda fixa utiliza algum tipo de indicador. Logo, ele pode ser o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), IPCA (Índice de Preços ao consumidor Amplo), taxa Selic e outros.

Quais são as 5 principais vantagens de investir em renda fixa?

1. Diversificação

No mundo dos investimentos de renda fixa, encontra-se opções para qualquer objetivo. Seja curto, médio ou longo prazo, os interessados têm um cardápio de alternativas atreladas a diferentes índices e que, em geral, trazem uma considerável segurança.

2. Previsibilidade

Nessas aplicações, o investidor tem a oportunidade de saber quanto receberá ao final do prazo de vencimento. Mesmo no caso de uma aplicação com taxa pós-fixada, ele poderá fazer simulações, terá acesso aos valores dos juros e conhecerá o indexador atrelado. Contudo, é importante notar que, mesmo títulos de renda fixa, sofrem variações diárias no seu valor de face, o que pode acarretar em prejuízo caso o investidor opte por desfazer do título antes do seu vencimento.

3. Segurança

Normalmente, quando fazemos um investimento, existe o risco de perdermos o dinheiro por algum acontecimento grave, como a falência de um banco. No caso da renda fixa, isso é bastante incomum, pois os títulos públicos têm a garantia de pertencerem ao Governo. Já os privados, alguns contam com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

4. Liquidez

Entenda como liquidez a capacidade da aplicação em se converter em dinheiro. Como geralmente as aplicações em renda fixa têm um grande volume de operações, a liquidez tende a ser alta. Mas é bom ficar atento há alguns detalhes: no caso de alguns títulos como debêntures e LCIs, por exemplo, é comum haver um prazo de carência. Isso significa que o investidor não pode se desfazer do título durante um período determinado, geralmente algo em em torno de um a três anos. Além disso, a liquidez também depende das condições do emissor do título, caso seja um banco pequeno com uma carteira de crédito ruim, a liquidez pode ser baixa.

5. Isenção de IR

É possível encontrar um número considerável de ativos de renda fixa que são isentos de imposto de renda. Entre eles, destacamos a LCI (Letra de Crédito Imobiliário), LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) e o CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários).

Com isso, deu para perceber que o investimento em renda fixa é uma opção bastante interessante para quem está procurando segurança e aumentar os seus rendimentos.

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