Política

Programa pretende gerar 12 mil novos empregos em Goiás

Fonte - Goiás Agora e Redação
31/03/17 09:35
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Goiás na Frente foi lançado ontem pelo governador do Estado

Investimentos Goiás na Frente, apresentado para população na última quinta-feira (31), pelo governo do Estado, será fundamental para o processo de recuperação econômica e aceleração do crescimento da economia goiana.

O Goiás na Frente deve gerar em torno de 12 mil novos empregos para Goiás e vai impulsionar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Instituto Mauro Borges (IMB).

Os postos de trabalho serão gerados especialmente no setor da construção civil, já que grande parte dos investimentos será destinada para obras de infraestrutura; como rodovias, construção de hospitais e grandes obras civis. O Goiás na Frente vai investir R$ 9 bilhões em diferentes setores da administração estadual.

O programa também deve impactar positivamente no PIB do Estado neste ano e no próximo. “Para cada real investido, o multiplicador gira em torno de 1,2. Apenas com os investimentos do Estado, haverá acréscimo de R$ 7,2 bilhões na economia goiana até 2018”, afirmou o governador Marconi Perillo em entrevista à coluna Giro, do jornal O Popular. Ele também ressaltou que, por meio do Goiás na Frente, o governo estadual vai gerar mais do que o dobro de investimentos dos dois últimos anos de sua gestão anterior, 2013 e 2014.

Em solenidade no Palácio da Música, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, foi anunciado o maior programa de investimentos da história do Estado de Goiás. Serão R$ 9 bilhões de investimentos destinados a diversas áreas da administração estadual. Marconi afirmou que Goiás é o primeiro Estado brasileiro a apresentar um projeto dessa dimensão. Estiveram presentes o ministro das Cidades, Bruno Araújo; o presidente da Enel Brasil, Carlo Zorzoli, além de prefeitos de 231 municípios, demais autoridades e representantes do setor privado.

O Programa Goiás na Frente é resultado do planejamento administrativo e das medidas de austeridade fiscal adotadas por Marconi no final de 2014. O conjunto de investimentos reúne receitas resultantes do ajuste fiscal, da privatização da Celg Distribuição, de receitas do Orçamento Geral do Estado, convênios com a União e de aportes da iniciativa privada.

“Depois de dois anos e meio enfrentando a maior crise econômica da história do Brasil, o Estado de Goiás se preparou minuciosamente fazendo os planos de ajustes, os projetos de austeridade e definindo fontes seguras para viabilizar esse momento em que nós estamos assegurando R$ 9 bilhões para serem investidos em 2017 e 2018, graças à nossa decisão estratégica de privatizar a Celg. Isso vai ser fundamental, porque energia é absolutamente necessário para garantir desenvolvimento. E também à nossa coragem de fazer a subdelegação da Saneago, que agora viabiliza mais um aporte de R$ 450 milhões nos próximos meses. O mais importante é que vamos retomar a dinamização da economia em Goiás com um pacote muito robusto de obras e vamos garantir empregos”, destacou.

Do total de R$ 9 bilhões, R$ 6 bilhões são recursos públicos que serão investidos em diferentes áreas, com destaque para Rodovias, Saúde, Educação, Segurança, Habitação e Inovação Tecnológica. Os outros R$ 3 bilhões são provenientes de investimentos em parcerias com a iniciativa privada. Entre as empresas que já anunciaram parcerias, estão a Brookfield; o Grupo Novo Mundo, o Grupo Codora Energia, além da Enel Brasil.

 

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