Empreendedorismo

Páscoa: empresas apostam em produtos menores e mais baratos

Fonte - Época Negócios
08/02/17 11:00
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Data comemorativa trará 120 novidades ao consumidor brasileiro, com preços a partir de R$ 4,99

Considerado o período mais importante para a indústria de chocolates do País, a Páscoa virá com opções mais acessíveis para o consumidor neste ano.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), o setor acredita na tradição do brasileiro de presentear parentes e amigos nesta época para reverter a queda de 27% nas vendas em 2016 — um ano tido como “atípico” pela entidade. Além do recuo das receitas, o volume de produção do setor de chocolates no Brasil também caiu no ano passado, indo de 19,7 mil toneladas em 2015 para 14,3 mil toneladas em 2016.

Ao todo, a Páscoa de 2017 trará 120 novidades ao consumidor brasileiro, menos do que as 147 apresentadas no ano passado. Apesar disso, de acordo com a ABICAB, a diversidade de produtos neste ano é maior, com mais opções de tamanhos para os ovos de chocolate e faixa de preço mais elástica para atingir um maior número de compradores. Os preços dos itens partem de R$ 4,99 (Kinder Chocolate com 4 barrinhas, da Kinder) e podem chegar a R$ 690 (Cesta Premium 2,361 kg, da Kopenhagen).

As opções de chocolates mais em conta variam de acordo com as empresas. Na Arcor, o ovo mais barato é o Tortuguita 150 g, que custa R$ 19,90. Na Ferrero, a oferta fica por conta das embalagens com bombons: uma com oito unidades de Ferrero Rocher sai por R$ 14,50, e a com 15 bombons Raffaello chega por R$ 19,90. Por R$ 12,90 cada, é possível comprar o Ovinho Chumbinho 40 g e o Kopelhão 30 g, ambos da Kopenhagen.

Durante o Salão de Páscoa 2017, evento organizado pela Abicab nesta semana em São Paulo (SP), as marcas apresentaram os produtos que devem chegar aos supermercados brasileiros nas próximas semanas.

Mais caro

Com crise ou sem crise, os preços do chocolate neste ano estarão mais altos. A Cacau Show e a Arcor afirmaram que o reajuste dos preços para este ano ficou em torno de 6%. A Lacta, a Village, a Ferrero e a Garoto não forneceram números exatos, mas garantiram que a variação não supera a inflação. No caso da Nestlé, o reajuste foi de 6% a 8%. Já o grupo CRM,dono da Kopenhagen e da Chocolates Brasil Cacau, disse ter mantido os valores do ano passado em boa parte dos produtos.

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