Institucional

Reforma trabalhista é discutida em Reunião de Diretoria da Acieg

Fonte - Imprensa Acieg
23/06/17 17:14
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O juiz Marlos Augusto Melek, um dos responsáveis pelo texto da reforma, esteve presente para apresentar sua palestra “Trabalhista! E agora?”

A reforma trabalhista têm causado discussões em todo o Brasil nos últimos meses, mas, há consequências dessa possível reforma para os negócios?

Pensando nisso, ontem (22), o juiz federal Marlos Augusto Melek, autor do livro “Trabalhista! E agora?” e um dos responsáveis pelo texto que tramita no Congresso Nacional, participou da 4ª Reunião da 44ª Diretoria da Acieg para esclarecer os presentes acerca do tema.  

Em seu discurso de abertura o presidente da Acieg, Euclides Barbo Siqueira, agradeceu aos que atuam no sentido de estimular e fomentar o crescimento do empresariado goiano, ressaltando sua crença de que a reforma trabalhista irá transformar a relação entre empregado e empregador, o que colocará o Brasil nos trilhos do desenvolvimento. Assim, em um lotado e atento auditório, teve início o momento da palestra.

 Para mostrar que realmente possui conhecimento de causa, Marlos Melek compartilhou brevemente a própria trajetória no mercado de trabalho, no qual ingressou com apenas catorze anos de idade. Como trabalhou com a administração privada e trabalha atualmente com a pública, Melek reconhece os desafios enormes a serem superados. Para ele, a lei não pode ir contra o rumo dos negócios de seu próprio País e, por isso, deve ter objetivos como traçar metas para focar em resultados positivos para todos. Na verdade, a devida realidade do Judiciário brasileiro já explicita que há algo de errado e que a legislação trabalhista carece de mudanças. O Poder Judiciário custa R$80 bilhões por ano aos cofres públicos, quantia que é, muitas vezes, desperdiçada.

Esmiuçando a reforma trabalhista

Para que os presentes pudessem compreender melhor as mudanças propostas pelo projeto de reforma trabalhista, Marlos Melek elencou os principais assuntos em tópicos.  O primeiro a ser abordado foi a predominância do negociado – convenções e acordos coletivos ou individuais – em relação ao legislado, o que permitirá que cada setor tenha suas particularidades atendidas.  Outros aspectos importantes são o estabelecimento de um valor máximo a ser cobrado para casos de danos morais, a multa em dinheiro para aqueles que derem falso testemunho em juiz e o estabelecimento de um banco de horas individual.  

*** A cobertura completa da palestra “Trabalhista! E agora?”, com o juiz federal Marlos Augusto Melek, você acompanha na Revista Link de junho – a qual será lançada na próxima semana.

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