ACIEG reforça seu papel estratégico com temas em debate na COP30
Presidentes das Câmaras Setoriais de Meio Ambiente e de Cidades Inteligentes apontam importância do empresariado para construção de uma economia sustentável e como novo cenário pode gerar lucro
Publicado por Comunicação em 27 de outubro de 2025
Com a proximidade da COP30, que será realizada no Brasil em novembro, os olhos do mundo se voltam para o debate de ações para combate às mudanças climáticas. Nesse contexto, a ACIEG reafirma seu papel estratégico na construção de um cenário de integração entre empresas e poder público para um desenvolvimento sustentável.
“A COP30 representa um marco na consolidação da agenda climática global. É um momento decisivo para alinhar metas globais a ações locais e transformar compromissos em estratégias concretas que repensem modelos de desenvolvimento, energia e urbanização sob a perspectiva da transição verde”, analisa a presidente da Câmara Setorial de Cidades Inteligentes da ACIEG, Paola Monteiro.
Desde 2024, a ACIEG é signatária do Pacto Global da ONU. Monteiro aponta que, “com iniciativas como essa, a entidade demonstra como o setor produtivo atua como agente ativo na transição para uma economia mais sustentável e inovadora”.
Vantagem competitiva
Um dos principais temas em pauta na COP30 são as soluções de baixo carbono, apontadas pela presidente da Câmara Setorial de Meio Ambiente da ACIEG não só como uma necessidade, mas também como um fator de competitividade no mundo dos negócios.
“O empresariado brasileiro precisa compreender que a descarbonização não representa um custo adicional, mas um investimento estratégico com retorno financeiro. Empresas que implementam práticas sustentáveis e mensuram suas emissões de gases de efeito estufa podem criar novas fontes de receita com créditos de carbono, fortalecer sua imagem e ampliar o acesso a linhas de financiamento com taxas de juros mais competitivas”, destaca Danielle Limiro.
A presidente da Câmara de Meio Ambiente alerta, porém, que é necessário planejamento jurídico, técnico e estratégico para cada projeto. “O fato é que a descarbonização não é mais uma escolha, mas um caminho inevitável e, quanto antes as empresas se prepararem, mais cedo transformarão a sustentabilidade em lucro. Goiás tem vocação para ser protagonista dessa nova economia e cabe ao setor produtivo aproveitar o momento, com técnica e visão de futuro”, completa.