ACIEG estimula participação na 8ª Caminhada pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas
Ação realizada pelo Grupo Mulheres do Brasil tem apoio da Associação em Goiânia e acontece no Estádio Hailé Pinheiro
Publicado por Comunicação em 27 de novembro de 2025
A 8ª Caminhada pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas, organizada pelo Grupo Mulheres do Brasil, será realizada no dia 30 de novembro, em várias cidades do Brasil e do exterior. A ACIEG reforça seu compromisso com o combate à violência contra a mulher, apoiando a ação e convidando os empresários e a sociedade para participação em Goiânia.
A concentração será às 8 horas, em frente à bilheteria do Estádio Hailé Pinheiro, reunindo representantes de órgãos que atuam na defesa das mulheres. A caminhada é aberta ao público e tem ações culturais, rodas de conversa e distribuição de materiais informativos.
“Essa ação faz jus ao combate da violência contra a mulher, fazendo com que as pessoas tenham cada vez mais consciência sobre isso”, reforça Rubens Fileti, presidente da ACIEG.
Para a presidente da ACIEG Mulher, a união em torno dessa ação faz a diferença. “Há causas que não podem esperar e há passos que mudam histórias. A união transforma indignação em movimento e movimento em voz”, ressalta Marisa Carneiro.
Dados alarmantes
Os números reforçam a urgência do tema. No Brasil, mais de 21 milhões de mulheres e meninas sofreram violência física, psicológica ou sexual apenas no último ano. Em 2024, foram registrados 1.450 feminicídios — o equivalente a quatro mulheres assassinadas por dia, em sua maioria por parceiros ou ex-parceiros.
No cenário global, dados da ONU Mulheres revelam que uma mulher ou menina é morta a cada 10 minutos por um familiar ou parceiro íntimo. Além disso, 1 em cada 3 mulheres no mundo já vivenciou algum tipo de violência ao longo da vida.
Diante desse quadro, o Grupo Mulheres do Brasil reforça a importância da mobilização coletiva. “A violência contra mulheres e meninas é uma epidemia silenciosa que atravessa fronteiras, classes sociais e culturais”, afirma Luiza Helena Trajano, presidente do Grupo.