Empresas de distritos industriais goianos passam a adquirir terrenos

Mudança na regulamentação da Codego foi apresentada nesta terça-feira, após atuação do Grupo de Trabalho que contou com a ACIEG

Publicado por Comunicação em 20 de janeiro de 2026

Fotos: Divulgação ACIEG

Empresas localizadas em áreas da Codego agora podem adquirir os terrenos. A mudança vai possibilitar uma série de vantagens e foi apresentada pela Codego nesta terça-feira (20), após forte atuação da ACIEG e outras entidades do FEE. Representando a ACIEG no Grupo de Trabalho, o vice-presidente Thiago Falbo celebrou a conquista. 

“As alterações visam melhorar o ambiente para o setor produtivo, aumentar as possibilidades de atração de investimentos e incentivar a instalação de empresas dentro do estado de Goiás, principalmente nas áreas da Codego”, destacou Falbo. 

 

Novas regras

O programa Descomplica Codego, que traz o novo Regulamento de Alienações de Áreas da Codego, prevê a retirada de parte das cláusulas resolutivas. Confira os principais pontos:

  • Possibilidade de adquirir o terreno comprovando, pelo menos, 10 anos de atividade ininterrupta 
  • Desconto progressivo, começando o pagamento em 75% do valor para empresas que estão há 10 anos no local e chegando à gratuidade para 20 anos de atividade
  • Autorização para locar o imóvel 
  • Utilização em alienações para obter financiamentos

O presidente da Codego, Francisco Júnior, destacou que “as mudanças eram necessárias, pois o desenvolvimento econômico ficava travado até mesmo com a demora para as empresas conseguirem empréstimos no banco por causa das antigas cláusulas”. 

No evento de apresentação, a Codego também lançou o programa Codego + Legal, para a regularização de pendências de empresas instaladas nos distritos industriais. 

 

Segurança jurídica 

Realizado no Palácio das Esmeraldas, a apresentação contou com a participação do governador Ronaldo Caiado e do vice Daniel Vilela. “Hoje, temos um regramento objetivo, transparente e com segurança jurídica para as empresas se beneficiarem”, destacou Vilela.