Empresas precisam aderir ao Sistema Recicla Goiás para comprovar logística reversa
Após participação da Câmara de Meio Ambiente da ACIEG nas discussões com a Semad em defesa do setor produtivo, prazos foram definidos para a adequação
Publicado por Comunicação em 26 de janeiro de 2026
As empresas que ainda não aderiram ao Sistema Recicla Goiás têm até o dia 31 de março de 2026 para se adequarem. O foco é o cumprimento das exigências da Semad em relação à logística reversa de embalagens em geral, abrangendo empresas de diversos setores.
A Câmara Setorial de Meio Ambiente da ACIEG participou ativamente das discussões com a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, atuando para garantir prazos razoáveis e o uso do sistema como uma ferramenta funcional, e não um entrave burocrático.
A presidente da Câmara de Meio Ambiente explica que “a aderência ao sistema permite segurança jurídica e continuidade dos negócios das empresas, pois a comprovação da Logística Reversa tornou-se uma condição para a emissão e renovação de licenças ambientais”. Além disso, Danielle Limiro alerta que as empresas que não aderirem estão sujeitas a sanções administrativas, multas e “travamento” de suas operações.
Logística Reversa
Desenvolvido pela Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços, o Sistema Recicla Goiás possibilita a criação, acompanhamento e fiscalização de Planos de Logística Reversa. O sistema armazena e valida dados cadastrais, além de apresentar informações sobre metas e relatórios de planos de logística reversa.
O foco das adequações é:
- Fabricantes
- Importadores
- Distribuidores
- Comerciantes
A Logística Reversa trata da gestão dos produtos a partir do fluxo reverso, indo do ponto de consumo até a reciclagem, reutilização ou descarte adequado, para redução do impacto ambiental.
“Embora seja desafiador, esse movimento é necessário e Goiás está deixando de ser um espectador para se tornar protagonista na gestão de resíduos. Nesse contexto, a ACIEG segue atuando na busca por soluções coletivas, que reduzem os custos individuais das empresas na Política Nacional de Resíduos Sólidos”, completa Danielle Limiro.