FEE debate pautas para Goiânia e taxação de lucros e dividendos
Publicado por Comunicação em 09 de junho de 2025
Fórum das Entidades Empresariais recebeu o prefeito Sandro Mabel e o especialista em assuntos legislativos da Fieg, Eduardo Zuppani, para abordar as temáticas
A Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (ACIEG) participou, nesta segunda-feira (9), da reunião mensal do Fórum das Entidades Empresariais, desta vez na Fieg, em Goiânia. Na ocasião, foram convidados o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, e o presidente do Conselho de Assuntos Tributários da Fieg, Eduardo Zuppani. Dentre os temas discutidos, as principais pautas foram sobre pautas propositivas do setor produtivo para Goiânia e tributação sobre lucro e dividendos.
O primeiro convidado a participar foi Zuppani, que apresentou as principais propostas do PL 1.087/2025, que pretende reformar a legislação do imposto sobre lucros e dividendos. Ele destacou os impactos e mudanças previstas. Na sequência, o prefeito Sandro Mabel discutiu avanços e desafios na gestão de Goiânia e recebeu demandas do setor produtivo.
O presidente da ACIEG, Rubens Fileti, destacou a importância de uma ação na região da 44, grande polo de varejo de moda, para garantir que a população de Goiânia seja quem lucra com as lojas na região. “Nós vemos a ação de grupos de fora, que prejudicam o desenvolvimento do comércio do próprio goianiense”, afirmou.
Taxação sobre lucro e dividendos
Em março deste ano, o governo federal encaminhou à Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 1.087/2025, que propõe a correção da isenção do Imposto de Renda das Pessoas Físicas e cria, também, o Imposto de Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM).
O objetivo dessa nova figura é tributar “rendimentos altos” decorrentes da distribuição de dividendos. Na prática, é a tributação dos rendimentos provenientes da atividade empresarial que são transferidos para pessoa física. O argumento do governo é a busca por maior “justiça fiscal” no Brasil.
Segundo o presidente da ACIEG, Rubens Fileti, a busca da entidade será sempre pela redução da carga tributária no País. “O que nós vemos é um aumento constante de impostos, sem sinais de alívio para o empresariado brasileiro. Por isso, a ACIEG seguirá com sua atuação em defesa do empresário, que precisa contar com o apoio para continuar gerando emprego e lucro para toda a população brasileira”, disse.